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Jailson Correia Miranda, 40 anos, brasileiro, natural de Baixa Grande – Bahia, veio para Barreiras-BA com apenas 2 anos e encontrou na argila seu primeiro instrumento para a pratica de sua arte. Ele nos conta um pouco dessa história tão sofrida, cheia de angustia e agonias, que é a história dos Negros vindos par

 

 


A Fifa oficializou nesta terça-feira (10) que a Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções após votação unânime na reunião do conselho realizada em Zurique, na Suíça. A entidade também adiantou, por meio do seu perfil do Twitter, que o formato será de 16 grupos com três times cada.

A Fifa, no entanto, ainda não definiu como será feita a divisão das 16 novas vagas entre as federações continentais. Uma possibilidade é que a América do Sul, que tem apenas dez seleções, fique com seis vagas na Copa e com chance de conquistar mais uma na repescagem.

Em relação ao novo formato, a Fifa informou que as 48 seleções serão divididas em 16 grupos na primeira fase. Os dois primeiros de cada chave se classificarão para o mata-mata, que assim ganhará mais uma fase.

Em comunicado, a Fifa explicou que as alterações não terão impacto nos dias de descanso dos jogadores, além de confirmar a manutenção de 32 dias necessários para a disputa.

“O novo formato de competição de 48 equipes foi elaborado de uma forma que não houve redução no número total de dias de descanso e garante um máximo de sete jogos para as equipes que cheguem à final, com a atual duração de 32 dias do torneio mantida, de modo a não aumentar o tempo que clubes têm de liberar os seus jogadores”, diz.

A expansão da Copa para 48 seleções já foi criticada por personalidades do futebol como Pep Guardiola, técnico do Manchester City, e Joachim Löw, treinador da Alemanha. Uma das preocupações é que o torneio tenha uma queda de nível técnico com a entrada de mais equipes.

O principal defensor do aumento de vagas foi o presidente Gianni Infantino. Há duas explicações para isso: 1) a estimativa da Fifa é de que o crescimento da Copa proporcionará um aumento entre US$ 750 milhões e US$ 1 bilhão nos contratos de televisão do Mundial. 2) Incrementar o número de vagas por continente agrada mais países e portanto membros do Congresso da Fifa, que elegeu Infantino ao cargo e que decidirá se ele continua.

No caso do aumento de renda de televisão, isso significaria que a Fifa subiria em 20% as suas receitas por ciclo de Mundial, que atualmente giram em torno de US$ 5 bilhões. Em relação a agrados políticos, a Conmebol, por exemplo, deve passar a ter 6,5 vagas, isto é, classificaria quase o continente inteiro já que são dez países na região.

Sede

O Conselho da Fifa também definiu que a sede da Copa do Mundo de 2026 será escolhida em maio de 2020. Conforme já decidido anteriormente, a Copa poderá ser organizada por vários países, mas Europa e Ásia, que receberão os torneios em 2018 (Rússia) e 2022 (Catar), estão fora da disputa.

A entidade prevê a realização de quatro fases no processo de candidatura, até a definição do país ou dos países que receberão a competição

A primeira etapa, que irá de hoje até maio deste ano, incluirá um período de consulta e desenho de estratégias para o torneio.

A preparação mais “meticulosa” das candidaturas será entre junho de 2017 e dezembro de 2018. A partir de janeiro de 2019, até fevereiro de 2020, será feita a avaliação das propostas de sedes. A eleição, em maio de 2020, acontecerá em Congresso da Fifa.

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Com informações da agência EFE.


  • Gianni Infantino, presidente da Fifa desde fevereiro de 2016

Em reunião prévia com dirigentes de todos os continentes neste domingo (8), em Zurique (Suíça), a Fifa decidiu que a Copa do Mundo terá 48 seleções, e não mais 32, a partir da edição de 2026. A informação foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo UOL Esporte.

O acordo deste domingo foi informal, e deverá ser oficializado na próxima terça-feira (10), também em Zurique. Ainda não foi definido como será feita a divisão das 16 novas vagas entre as federações continentais. Uma possibilidade é que a América do Sul, que tem apenas dez seleções, fique com seis vagas na Copa e com chance de conquistar mais uma na repescagem.

Outra decisão que deverá ser tomada até terça-feira diz respeito ao novo formato de disputa. O presidente da Fifa, Gianni Infantino prefere um formato que tem 16 equipes já pré-classificadas para o grupo de 32 equipes. Outros 32 países disputariam mais 16 vagas em uma espécie de torneio eliminatório. A partir daí, se manteria a fórmula da Copa do mundo atual. Outra possibilidade são 16 grupos de três times, com dois primeiros classificados por chave para o mata-mata, que ganharia mais uma fase.

Apesar do inchaço do torneio, que passará a ter 80 jogos em vez dos atuais 64, a ideia da Fifa é realizar a Copa com a mesma duração atual (32 dias). Se aprovado o formato de 16 grupos, uma seleção que chegar à final disputaria sete jogos, assim como no modelo de 32 times.

A expansão da Copa para 48 seleções já foi criticada por personalidades do futebol como Pep Guardiola, técnico do Manchester City, e Joachim Löw, treinador da Alemanha. Uma das preocupações é que o torneio tenha uma queda de nível técnico com a entrada de mais equipes.

O principal defensor do aumento de vagas foi o presidente Gianni Infantino. Há duas explicações para isso: 1) a estimativa da Fifa é de que o crescimento da Copa proporcionará um aumento entre US$ 750 milhões e US$ 1 bilhão nos contratos de televisão do Mundial. 2) Incrementar o número de vagas por continente agrada mais países e portanto membros do Congresso da Fifa, que elegeu Infantino ao cargo e que decidirá se ele continua.

No caso do aumento de renda de televisão, isso significaria que a Fifa subiria em 20% as suas receitas por ciclo de Mundial, que atualmente giram em torno de US$ 5 bilhões. Em relação a agrados políticos, a Conmebol, por exemplo, deve passar a ter 6,5 vagas, isto é, classificaria quase o continente inteiro já que são dez países na região.

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O pastor Valdemiro Santiago foi atacado por um fiel durante um culto na manhã deste domingo (8), na Igreja Mundial do Poder de Deus, no Brás, em São Paulo. Valdemiro realizava o culto quando o ajudante-geral Jonatan Gomes Filho, 20, o esfaqueou nas costas e no pescoço. O ajudante-geral foi contido por seguranças da igreja, preso e indiciado por tentativa de homicídio por motivo fútil, de acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil.

Em vídeo gravado no hospital ao lado de sua esposa, a bispa Franciléia, publicado na página do Facebook da igreja, o pastor tranquilizou os fiéis dizendo que perdoa o criminoso.

“Estava limpando as mãos, acabando de ouvir um milagre de um testemunho. Entrou alguém que eu não sei, por trás, e me deu uma facada no pescoço. Mas fiquem tranquilos, a gente só vai quando Deus quer. Que Deus abençoe vocês e eu perdoo a pessoa que fez isso, não sei quem é, mas ela carece de perdão”.

O ataque ocorreu por volta das 8h. Segundo a polícia, o pastor foi hospitalizado e levou cerca de 20 pontos. Ele não corre risco de morrer.

À polícia, Gomes Filho disse que teria roubado o facão e decidido matar o pastor na manhã deste domingo, pois se sentiu “incomodado com as palavras de Valdemiro” em um culto anterior. Até 17h deste domingo, o ajudante-geral não tinha constituído advogado.

Segundo um funcionário da igreja que estava no culto e não quis se identificar, não há detectores de metais no prédio. O culto do pastor Valdemiro aos domingos é acompanhado por milhares de pessoas, ainda conforme esse funcionário.

Ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, o pastor rompeu com Edir Macedo para abrir sua própria igreja e hoje é o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, que conta com cerca de 315 mil fiéis e mais de 3.000 templos pelo Brasil –a Universal tem 5.000– e possui a mais extensa cobertura televisiva entre evangélicos, segundo o Censo de 2010.


  • Tropa de choque entra na cadeia Vidal Pessoa, em Manaus, durante rebelião deste domingo

Após mais uma rebelião de presos que deixou ao menos quatro mortos em Manaus, o governador do Amazonas, José Melo (Pros), pediu ao governo federal o apoio da Força Nacional de Segurança.

No ofício encaminhado ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, Melo chega a citar que a situação no Estado está levando os servidores da área de segurança pública a “limites preocupantes” e diz que a nova rebelião motivou o pedido de auxílio da Força Nacional.

“O trabalho que está sendo feito desde o dia 1.º de janeiro, não só no Sistema Prisional em si, mas ainda na busca incessante da captura dos foragidos e no aumento do policiamento investigativo e ostensivo nas ruas de Manaus e no Interior do Estado, está levando os envolvidos (Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria de Segurança Pública, Inteligência) a limites preocupantes, do ponto vista físico e psicológico”, diz o documento.

Ainda segundo o pedido de Melo, o envio da Força Nacional ao Amazonas “tem por finalidade o necessário apoio ao Sistema Prisional deste Estado, que se encontra em dificuldades financeiras em face da crise nacional, daí que os gastos correspondentes sejam arcados pelo Governo Federal”.

Seis unidades prisionais de Manaus são geridas pela empresa Umanizzare, que recebeu do governo do Estado repasses de ao menos R$ 651 milhões ao longo de quatro anos. Entre elas está o Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), onde 56 detentos foram assassinados entre os dias 1º e 2.

Presídio desativado foi reaberto para receber detentos

A rebelião deste domingo ocorreu na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, localizada no centro de Manaus. O local, que ficou desativado por três meses por falta de estrutura e segurança, foi reaberto no dia 3 de janeiro para receber detentos após os massacres que deixaram 60 mortos em dois presídios.

Também este domingo, a Polícia Civil informou que três corpos foram encontrados na área de mata que fica ao redor do Compaj.

Na sexta (6), o governo já havia pedido apoio da Força Integrada de Atuação do Sistema Penitenciário, vinculada ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça. No pedido, o governador solicita a “disponibilização temporária, de agentes federais de execução penal, que trabalham em presídios federais, para garantir o reestabelecimento da ordem nos presídios estaduais públicos, ainda que atualmente administrados por empresas privadas”.

Em oito dias, 99 presos assassinados no país

O Ministério da Justiça agendou para o dia 17, em Brasília, uma reunião com secretários de todos os Estados e do Distrito Federal para tratar da crise no sistema penitenciário. O governo também autorizou, este domingo, o envio de ajuda para Rondônia e Mato Grosso, que está em alerta máximo após as sangrentas rebeliões no Amazonas e em Roraima.

De acordo com a pasta, na reunião do dia 17 serão discutidas medidas “imediatas” para a crise, com base em relatórios que estão em elaboração. A previsão é de que se discuta também a implantação de medidas do Plano Nacional de Segurança, lançado na semana passada, como a criação de 27 núcleos de inteligência na área e um cronograma de execução dos recursos federais liberados para a área em 2016.

Somente nos oito primeiros dias de 2017, foram 99 presos mortos no Brasil, mais de 12 por dia. Foram 64 mortes em Manaus, outras duas na Paraíba e os 33 presos mortos em Boa Vista. Em 2016, 372 presos foram assassinados em presídios no Brasil, pouco mais de uma morte por dia, segundo levantamento feito pelo UOL.

*Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil


Na série de entrevistas com os prefeitos eleitos da região Oeste da Bahia, o programa Encontro Marcado recebe Jose Carlos de Carvalho (Zé Carlos), de São Desidério

 

 

O prefeito eleito de São Desidério, Oeste da Bahia, Jose Carlos de Carvalho (Zé Carlos PP), participou nesta terça-feira (06/12) de uma entrevista no estúdio do programa Encontro Marcado, da TV Câmara. Em pouco mais de quarenta minutos de conversa, foram abordados temas como saúde pública, segurança, turismo, dentre outros assuntos. O novo prefeito também explicou que os trabalhos de transição tiveram início na segunda-feira (05), com uma reunião com o atual prefeito, Demir Barbosa. Zé Carlos não quis adiantar nomes, mas disse que o secretariado será formado por profissionais que se destacam em suas respectivas áreas de atuação profissional, será uma equipe totalmente técnica, segundo o novo gestor.

“A partir de janeiro nós vamos fazer a transformação. A primeira medida será analisar os gastos da Prefeitura de forma bem detalhada”, frisou o prefeito eleito.

Conforme Zé Carlos, a despesa da prefeitura de São Desidério é de mais de 4 milhões só com a folha de pagamento.  “Precisamos cortar gastos excessivos, inclusive das 12 secretarias iremos fechar quatro com intuito de conter as despesas, só assim teremos como investir em ações que beneficie a população. Vamos enxugar a máquina, vamos comprar através de licitações eficientes com o menor preço, isso durante todo o mandato. Os concursados por direito adquirido permanecerão, agora contratados somente se houver necessidade real”, disse.

Apesar de ter uma boa arrecadação, Zé Carlos assegura que o município está passando por muitos problemas, em todas as esferas da administração. “O município atravessa um momento de dificuldades e a população precisa entender que teremos um ano de sacrifícios. Mas nada impossível, basta ter coragem e compromisso para enfrentá-los”, frisou.

Uma das propostas é promover uma reforma na saúde. Na Educação, o prefeito garante oferecer ensino com qualidade e escolas estruturadas para o povo de São Desidério. Apesar de a segurança ser de responsabilidade do governo do estado, o município pretende estabelecer parcerias com o estado.

Eleito com 68.33%

dscn8986Zé Carlos teve 11,915 votos, o que corresponde a  68.33% dos votos válidos. Professor de ensino superior e comerciante, o prefeito eleito tem 45 anos. Essa foi a primeira vez que concorreu um cargo eletivo, já obtendo êxito.

Um dos desafios do novo prefeito à frente do município que tem um potencial turístico enorme, e é considerado o maior produtor de grãos do Norte/Nordeste, será enfrentar a crise econômica.

“O resultado da eleição mostrou o grande desejo da maioria da população por mudança, rompendo uma sequência de mandatos de um grupo que governou por muito tempo, 20 anos completa agora no final deste mandato, no entanto sabemos dos desafios que iremos enfrentar nestes quatro anos”, evidencia Zé Carlos.

Para o novo gestor, o resultado das urnas não foi nenhuma surpresa. “Nas minhas caminhadas pelo município, eu já percebia em cada rosto o que realmente as pessoas queriam. As pesquisas também no decorrer da campanha nos mostravam a vitória”.

Zé Carlos quer que a máquina municipal de São Desidério, funcione como empresa. Quando sentar na cadeira, em 2017, pretende reunir os secretários e estabelecer o planejamento estratégico de seu mandato. “Eu acredito que uma Prefeitura precisa ser administrada da mesma forma como se administra uma empresa, ou da mesma forma que se administra a economia doméstica em sua casa. Iremos tratar do dinheiro público com o mesmo compromisso que temos com o particular. Teremos uma administração com transparência total”, garante.

O prefeito eleito assegura um mandato com muito trabalho e dedicação. “Garanto que o povo de São Desidério não se envergonhará jamais dessa administração, pelo contrário, terá orgulho em dizer que o município tem um gestor que se preocupa com o desenvolvimento. Vou trabalhar em busca do melhor para o nosso município”, concluiu Zé Carlos.

O programa “Encontro Marcado” apresentado por Jayme Modesto entrevista os prefeitos eleitos da região Oeste. O programa vai ao ar todos os dias pela TV Câmara de Barreiras, canal 4.1, às 12h e às 21h.

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